Fotografar campeonatos de surf, ninguém acredita, mas é trabalho duro. Acorda-se primeiro que o sol e termina-se já depois do jantar (assumindo que há tempo para jantar apesar de raramente haver para almoçar) depois de milhares de disparos, edições a correr e entregas ao minuto. O apetite voraz das redes sociais tornou tudo mais difícil, mas também mais interessante: temos que ser rápidos, muito rápidos… fotografar, descarregar, editar, enviar…a qualidade tem que estar lá, mas cada segundo conta e os atrasos não existem. Por cada evento da Liga Moche, já sei que mesmo com a ajuda do incansável Pedro Lopes, conto com três dias no redline, mas também sei que as imagens especiais vão continuar a acontecer, com tempo ou sem ele.

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